A GLTP e a questão da Regularidade
A GLTP considera que não há Potências “regulares” ou “irregulares”, mas apenas Jurisdições ou Obediências Maçônicas que trabalham de forma séria e responsável, de acordo com a Tradição e as Leis do seu País.
A GLTP considera que não há Potências “regulares” ou “irregulares”, mas apenas Jurisdições ou Obediências Maçônicas que trabalham de forma séria e responsável, de acordo com a Tradição e as Leis do seu País.
É simples, por conseguinte, ser regular. Não é preciso qualquer certidão na parede para dizer ao público que se é honesto, assim como os atestados de regularidade são plenamente dispensáveis quando a potência ou as lojas semeiam cizânia, discriminam, excluem. A família do “irregular” vive contendas; sua loja não pode contar com ele, porque não sabe se comparece ou não; abandona a loja, ao galgar o grau pretendido; deixa de estudar, de escrever, de dialogar, de palestrar, de conviver, tornando-se um poço de preconceitos sem qualquer explicação razoável.
“Os maçons regulares, também ditos tradicionais ou de via sagrada, são aqueles que trabalham nas suas Lojas sob invocação de Deus, Grande Arquitecto do Universo, sobre o livro sagrado, o esquadro e o compasso.
Quanto aos outros, ditos maçons irregulares, ou liberais, ou de via substituída, que se reúnem segundo a aparência dos mesmos ritos, decorações e ideais, já dispensam a via espiritual, e trabalham sobre a Constituição de Andersen, a do País da sua nacionalidade, enfim sobre a própria declaração Universal dos Direitos do Homem, e sem necessariamente invocarem Deus, o Grande Arquitecto do Universo.