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Lavando a roupa suja…

  • Escrito por Dhanyel | 2 Comments2 Comments Comments
    Last Updated: December 6th, 2009

    Critica-se bastante o crescimento da maçonaria "dita irregular", sobretudo quanto aos critérios de sindicância e aceitação de novos maçons, entretanto o que se constata é que a maçonaria "dita regular", a que se diz tradicional e única Maçonaria, e sob o manto do GOB, além do "raquitismo" e ausência de projetos nacionais significativos, também é deficiente por aceitar homens de conduta duvidosa, como este tal de Arruda, Governador de Brasilia, uma vergonha para os brasileiros e para os maçons "sejam estes considerados regulares ou não".


    http://www.freemasons-freemasonry.com/galdeano_forte.html


    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u662373.shtml

    Vemos uma maçonaria raquítica e subserviente, que enquanto discute sua organização política, seu poder e tráfico de influências, combatendo e execrando os "considerados irregulares", se esquece de desempenhar seu principal papel que é o de defender o povo brasileiro da tirania, da corrupção, da injustiça social e outras mazelas.

    Triste realidade esta nossa, quando nos deparamos com tais escândalos entre os "ditos" maçons REGULARES, que mostram a sua CIM tal qual a uma bandeira de legitimidade, a mesma CIM que este corrupto também possui e muitos outros bandidos que ainda não foram filmados também têm.

    Tráfico de Influências?! Será que existe mesmo?

    Depois de eleito, Arruda colocou em seu governo alguns companheiros de maçonaria. Entidades ligadas aos maçons também foram favorecidas em contratos com o governo do Distrito Federal. Uma delas é Fundação Gonçalves Ledo que, sem participar de licitação pública, receberá mais de R$ 20 milhões para conduzir programas geridos pela Secretaria de Ciência e Tecnologia.

    http://www.atibaianews.com.br/ver_not.php?id=9105&ed=Pol%EDtica&cat=Not%EDcias

    Nossas instituições estão ameaçadas, e o que nós, povo brasileiro, podemos fazer?

    Votar com responsabilidade, verificar criteriosamente o passado de cada candidato e não darmos nosso voto aos que já possuem um rastro de obscenidades em seu currículo.

    Quem sabe até renovar por completo não seria um bom começo.

    Nada de voto porque o candidato seja maçom, pastor, padre, cantor, etc.

    Votar sim em quem possui "comprovada" boa conduta, pois título não resolve, muito menos ainda o de "maçom regular".

    A exemplo disso citamos que a bancada evangélica, recentemente, deu exemplo de desorganização e falta de comprometimento com a "liberdade religiosa", quando deixou passar um acordo Brasil-Vaticano, que nos faz retroagir aos tempos do Império, e apresenta sinais evidentes de inconstitucionalidade, por expressar preferência pela religião católica em detrimento das demais religiões existentes no Brasil.

    Assim sendo, inoperância, corrupção e interesses próprios, não é privilégio deste ou daquele setor, e atinge ao poder público de forma vergonhosa.

    Existem milhares de outros maçons (considerados irregulares por não estarem submissos ao GOB e à Inglaterra), maçons humildes e praticantes da filosofia maçônica em seu dia a dia, cidadãos honrados e submetidos aos absurdos impostos que o Brasil impõe atrevidamente sobre o seu povo, um povo "desvalido", que não tem representantes políticos que os defendam de tais desmandos.

    A maçonaria há de mudar este país, quando de fato tiver em seu seio homens que se assemelhem aos de um passado não muito distante, que veneravam a justiça, a moral e aos bons costumes, e que certamente hoje estariam muito mais presentes entre os maçons "irregulares" que dos "chamados regulares", se pudessem ver no que a maçonaria brasileira vem se tornando, ou seja, uma maçonaria fraca, dividida, e motivo de escândalo. (Ir.’. Daniel Ferreira de Souza – Editor do Portal)

     

    ‘Bancada’ de peso
    A maçonaria sempre atuou nos bastidores da vida pública. Se não fosse apartidária, sua bancada teria a 4ª maior representatividade na Câmara (56), atrás apenas do PT, PMDB e PFL e seria a 5ª no Senado (8). Mas o que justamente lhe confere força é sua capilaridade, que se estende nas mais diversas esferas
    do poder municipal, estadual e federal.
    À frente até mesmo dos programas partidários, se interpõem no cotidiano de um político maçom o compromisso com a investigação da verdade, o exame da moral e a prática das virtudes. Tarefa que o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) vem executando com maestria na CPMI dos Correios, apoiado direta ou indiretamente por ‘irmãos’
    senadores como Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Tião Vianna (PT-AC) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
    Voto alinhado – Recentemente, os deputados maçons votaram em bloco pela cassação de Roberto Jefferson – por compromisso com a ética exigida nas regras do decoro, num dos raros momentos em que alinharam o voto.
    Ao contrário da bancada evangélica – maior em número de deputados (59) mas menor em senadores (4) – a maçônica não se une em torno de projetos mas sim de valores compartilhados. Mas apóiam governos considerados ‘fortes e progressistas’ – principalmente quando ostentam irmãos em seu comando – a exemplo dos ex-governadores Mário Covas (PSDB-SP), Espiridião Amin (PPB-SC) e Newton Cardoso (PMDB-MG). (TN)

    Maçons marcaram presença nos principais momentos da história do país:
    Jânio Quadros (1961), foi o último presidente da República maçom
    D. Pedro I e José Bonifácio expoentes. A participação da Maçonaria nos movimentos de emancipação dos povos de todos os continentes está amplamente registrada nos livros. O mesmo ocorreu no Brasil, onde a história do País confunde-se com a história desta irmandade. Os maçons foram a vanguarda dos movimentos pela independência, pela abolição da escravatura e pela proclamação da República.
    Os princípios de liberdade, igualdade e fraternidade (qualquer semelhança com a Revolução Francesa não é mera coincidência) nortearam os principais movimentos políticos desde o Brasil Colônia. José Bonifácio de Andrada e Silva e D. Pedro I (que ingressou na Maçonaria como príncipe regente e ao se declarar imperador proibiu as atividades maçônicas, por julgar que deveria ser tratado com reverência por seus irmãos maçons) deram impulso ao que futuramente deflagrou as principais revoluções no País.
    Antes de D. Pedro I declarar às margens do Ipiranga "Independência ou Morte!", a independência política já havia sido proclamada dentro de uma loja maçônica (templo) na sessão de 20 de agosto de 1822, em assembléia geral da instituição, sob a presidência de Gonçalves Ledo. Não é à toa que a data tenha sido escolhida para homenagear a irmandade.
    Conspiração – No interior das lojas maçônicas precederam todas as
    ‘conspirações’ em favor de movimentos como a Inconfidência Mineira (1788), as revoluções Pernambucanas (1817), a Confederação do Equador (1824), a Sabinada (1837) e a Revolução Farroupilha (1835-1845).
    Escravidão – A Lei Áurea (1888), assinada pela princesa Isabel, foi o resultado de um longo empreendimento maçônico – que por princípios próprios defende a igualdade entre os homens ao lado da Ciência, Justiça e Trabalho. Ciência, à luz da Maçonaria, para esclarecer os espíritos e elevá-los; Justiça para equilibrar e enaltecer as relações humanas e Trabalho por meio do qual os homens se dignificam e se tornam independentes economicamente.
    O próximo desafio foi a implantação de um Estado Republicano o que, sem dúvida, pode ser considerado o fato histórico mais importante para a Maçonaria no Brasil graças à presença de ilustres ‘irmãos’ como Marechal Deodoro da Fonseca, Benjamin Constant, Ruy Barbosa, Campos Salles, Quintino Bocaiúva, Prudente de Morais, Silva Jardim e outros mais.
    Presidentes – O Brasil já teve 13 presidentes da República – tais como Floriano Peixoto, Prudente de Morais, Campos Salles, Nilo Peçanha, Wenceslau Brás, Washington Luis, Nereu Ramos… sendo o último deles Jânio Quadros.
    Outras personalidades de expressão na vida pública foram Américo Brasiliense, Benjamin Constant, Bento Gonçalves, Casemiro de Abreu, Cipriano Barata, Frei Caneca, Padre Diogo Antônio Feijó, Eusébio de Queiroz, Rangel Pestana, Francisco Gê de Acaiaba Montezuma, Hipólito da Costa, José da Silva Lisboa (Visconde de Cayru), José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, José Maria da Silva Paranhos (Juca Paranhos, Visconde do Rio Branco), Lauro Sodré, Luiz Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), Nilo Peçanha, Nunes Machado, Quintino Bocaiúva, Giuseppe Garibaldi, Silva Jardim, Rangel Pestana, Rui Barbosa, Carlos Gomes e muitos outros

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2 Comments

  1. #1
    kim
    December 21st, 2009 at 13:44

    Aplaudo de pé e a Ordem Corroborando as sábias palavras do Ir.’. Daniel.
    Fui iniciado no G.’.O.’.E.’.R.’.J.’.há cerca de 25 anos.
    depois de ter presenciado alguns “escândalos” fui para a G.’.L.’.M.’.E.’.R.’.J.’., ai tive a oportunidade de conhecer o lado Negro da Maçonaria.
    Depois de ter sido covardemente injustiçado, encaminhei um “processo” aquela potência, com provas incontestáveis não só da minha inocência, mas ainda dos descalabro cometido em nome da Loja por um Ir.’., que se acha o dono da mesma. Dentre 20 Art> desrespeitados, o fato mais grave foi o de um iniciado que frequentou os trabalhos regularmente por mais de hum ano, e a Loja para se livrar do débito, comunicou a potência que o Irmão havia desistido.
    Pasmem já se passou quase 03 anos, e nem sequer uma audiência consegui, e depois de inúmeras tentativas num contato tel. com o G.M. ainda fui destratado.
    E o tal Grão Mestre ainda cita em seus discursos “inflamados”:
    “Nenhuma instituição será primaz enquanto não respeitar as próprias Leis”.
    Este Grão Mestre é uma grande piada, só rindo mesmo.

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  2. #2
    Hiram
    February 1st, 2010 at 22:51

    Ir.Kim aqui como na GLMERJ existem oportunistas…

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