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O farisaísmo maçônico

  • Escrito por admin | No Comments Comments
    Last Updated: February 5th, 2010

    Com toda a vênia que a seita farisaica merece, nos valemos do exemplo para enfatizar o caos social e a atuação dos que deveriam ser “norte”. (ou oriente!?)

    Citando a seita dos Fariseus, mencionada nos evangelhos, podemos ver um grupo religioso com uma visão exterior e hipócrita de mundo.

    Realizavam sua liturgia (rituais), apontavam os chamados ímpios (profanos), dos quais zombavam e se ufanavam em ser superiores, mais esclarecidos (iluminados).

    E destes mesmos o Divino Mestre Jesus comentou que: “coavam um mosquito e engoliam um camelo.”

    Pois bem, como analisarmos tal situação?

    Os Fariseus detinham conhecimento e tradição, manipulavam as escrituras com maestria, assim como os Saduceus e outros grupos mencionados no evangelho, eram religiosos “de carteirinha”, vestiam-se de forma diferenciada, eram notados quando passavam, tinham prestigio e “poder”. Mas então o que é que lhes faltava?

    O próprio Jesus lhes apontou o rumo, lhes iluminou com a Luz do alto, uma luz mais forte que a da sabedoria humana, a sabedoria espiritual.

    E o que Jesus lhes ensinou?

    Que todo o poder humano é temporal, que o Criador dos Mundos, Deus Pai, o Grande Arquiteto do Universo, vê todas as coisas, principalmente o interior do ser humano, seja este quem seja, detenha poder ou não.

    Por este motivo vemos falhas em “todos” os seres humanos, ninguém pode escapar do juízo de Deus, que é perfeito.

    Mesmo que imbuídos das melhores intenções, nunca deveríamos agir fora do direito e da justiça, e ainda que vestidos da justiça estamos sujeitos ao seu “gume”.

    Uma maçonaria farisaica seria uma maçonaria exterior, tal qual os sepulcros caiados mencionados por Jesus, que em seu exterior são alvos e limpos, mas em seu interior são fétidos e nojentos.

    Muitos se vestem assim nos dias atuais, caiados por fora…

    Podem estar entre os políticos, líderes religiosos, governantes, e por que não entre os maçons…

    Não sejamos como tal, sejamos sim conscientes de que nossa carne, nosso corpo temporal, nos deve servir de meio de elevação e evolução, meio de honrarmos ao nosso Criador amando e respeitando o nosso próximo, com humildade, com força, beleza e sabedoria.

    Corpo que um dia de fato será putrefato, todavia que o espírito voltará a Deus que o deu e ao Qual “todos nós”, togados ou não, investidos de poder ou não, prestaremos contas.

    Maçonaria, instrumento social de paz, de harmonia, de justiça, de liberdade, de fraternidade, cumpri sua função na humanidade, seja “norte” e não escândalo!

    Ir.’. Daniel

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