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A brevidade da vida.

  • Escrito por admin | 1 Comment1 Comment Comments
    Last Updated: May 25th, 2009

    Imortalidade. No mais íntimo de todo ser humano, absolutamente não existe quem aceite simplesmente “deixar de existir”, morrer, não ser mais lembrado, ser apagado.
    O homem, o ser humano, tem feito as mesmas perguntas desde os primórdios de sua existência: Quem sou? De onde vim? Para onde vou?
    Perguntas estas que absolutamente não têm tido uma única resposta, uma única versão, e qual seria a melhor resposta, talvez aquela que lhe traga paz ao coração.
    No decorrer dos séculos, centenas de religiões têm surgido, apresentando concepções de Deus, deuses ou do universo, e a cada geração parece que nos afastamos mais ainda das respostas, quanto procuramos usar o nosso desenvolvido intelecto. E qual o tempo médio de uma geração, talvez setenta anos.
    Será que em apenas setenta anos, e ainda que poucos cheguem a tanto, teríamos as respostas para estas três perguntas?
    Entretanto queridos irmãos me faria uma única pergunta em relação a minha própria existência: Quem é o meu próximo?
    E será que tentando entender quem é o meu próximo poderia me ajudar a descobrir quem sou?
    Será que observando o meu semelhante eu poderia enxergar a obra do Grande Arquiteto do Universo?
    São respostas espirituais e, portanto invisíveis, a questionamentos que tão pouco podem ser respondidos nessa dimensão e visão carnal.
    Como diz o texto bíblico: Devemos comparar coisas espirituais com coisas espirituais.
    Mas como então nos apercebermos do espiritual se nossos sentidos estão apenas e tão somente no material, se tudo que vemos não pode passar da crosta de matéria que nos cega.
    Existem, porém algumas situações em que, temerosos, paramos tudo aquilo que estamos fazendo, interrompemos o fluxo de nosso insano modo de viver, da correria da vida, do prazer ou do dissabor, do doce ou do amargo, e finalmente, totalmente rendidos diante do inexplicável,  paramos e contemplamos o mistério da vida, olhando nosso semelhante inerte e contemplando nosso próprio eu.
    Ironicamente isso só ocorre quando nos deparamos com a “morte”.
    Quando perdemos um amigo, um ente querido, alguém que nos era próximo, um nosso semelhante, nos vemos exatamente naquela mesma posição, inertes, sem vida, e nos perguntando o que teríamos levado daqui se abruptamente nosso tempo terminasse.
    O que você ou eu querido leitor, levaríamos se, exatamente daqui a um minuto, nosso tempo nessa escola chamada vida, terminasse.
    Será que teríamos aprendido de fato o que deveríamos ter aprendido, ou teríamos gasto nosso tempo como meninos mal comportados a fazer todo tipo de bagunça inconseqüente  sem nada termos aprendido.
    Se fomos pais, mães, filhas ou filhos, se fomos miseráveis, pobres ou ricos, que levaríamos desta vida queridos irmãos, para não partirmos com tanto dinheiro e bens e de  coração vazio.
    Será que seríamos medidos na medida em que nos referimos ao nosso semelhante, como nosso amigo, nosso irmão, companheiro de viagem neste mundo errante.
    Não precisamos e nem temos como saber a natureza ou a magnificência de Deus, mas podemos mensurar nosso próximo, na medida que nosso próximo representa nosso próprio eu, e assim milhares de pequeninos seres como nós, constituiria a grandeza do nosso Deus, criador de todas as coisas.
    “Agora, pois permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.” I Corintios 13:12 e 13.
    Ir.’. Daniel Ferreira de Souza

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1 Comment

  1. #1
    jose roberto vieira
    October 12th, 2009 at 22:47

    maravilhosos trabalhos, exemplo de dedicação, perseverança e doar para outras pessoas possam ter acesso a tão enorme quantidade de filosofia. obrigado

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